Bate o badalo o toque a reunir
Gera-se um burburinho em busca de novidades.
Um rosto desconhecido entre as personalidades
Faz adivinhar o que se vai ouvir.
“Ei-lo à nossa frente, o nosso General”.
Com vontade de matar o traidor do ninho,
No seu grito de guerra mostra o sinal
Do reacender da chama dos Gverreiros do Minho
Ergueu os sonhos que antes desabaram,
Mostrou firmeza aos que ficaram,
Jurou vingar aqueles que tombaram
Lutando pela bandeira que tanto amaram
Aos fracos, encheu-os de orgulho,
Aos fortes, indicou-lhes o caminho
Aos descrentes, limpou-lhes o entulho
Que feria a crença como um espinho.
Vieram os cépticos criticar o sangue novo
Sem nunca sair do seu recovo.
Recusam acreditar em quem os chefia
Por acharem ter personalidade macia,
Não o vêm capaz de ferir alguém
E escolhem vê-lo com desdém.
Do silêncio o General faz resposta,
E promete trabalho, é essa a sua aposta.
De entre todos escolheu os melhores
E convenceu outros a lutar pela causa.
No seio do grupo não há espaço a dores,
Pois só se merecida será dada a pausa.
Quem a esta Legião se quiser juntar
Seu lema se impõe que aprenda,
À Senhora do Leite aprenderá a amar
Para que sempre esta o defenda.
É hora de melhorar a forma física
Incutir uma nova mentalidade,
Mentalizar os homens que existe uma mística,
Que não pode ser quebrada a fidelidade
Feita por todos no juramento de bandeira
Onde se comprometeram a defender a pedreira,
A ser destemidos, lutadores e organizados.
Se assim se mantiverem não serão derrotados.
Não existindo exércitos invencíveis,
Terão de mostrar argumentos credíveis
Contra quem faz da união a maior força
Se quiserem que a Legião torça.
Se lhes perguntarem responderão quebrar
Ao invés de torcer, labutam para eliminar
Os pontos inconsistentes do seu ser.
Tornando a fraqueza em força e vontade de vencer.
Ainda não estão preparados os Gverreiros
Treinam nos limites para poderem ajudar
O povo que defendem e que querem atacar.
Chegam relatos de ataques certeiros
À pedreira mais bela de toda a Europa
Não há tempo a perder, reúna-se já a tropa!
Todos somos poucos mas temos de os enfrentar.
A guerra vai começar, contra todos eles “Lutar!”
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